Estrutura Organizacional
Quando definimos a estrutura do Projeto Alavanca, primeiramente, analisamos os requisitos que queriamos atender. Concluimos que uma organização social como o Projeto Alavanca precisava de uma estrutura
- altamente flexível,
- intuitivamente compreensível,
- natural, ou seja, que permita crescimento orgânico do projeto,
- que permita a qualquer momento iniciar novos projetos ou encerrar ações, sem necessidade de rever a estrutura organizacional,
- que permita que o projeto dissemine sua metodologia e replique suas ações em outros locais.
Portanto, o Projeto Alavanca adotou uma estrutura celular, pois esta mais bem atendia a estes requisitos.
A estrutura organizacional do Projeto Alavanca é composta pela Coordenação Geral, duas comissões - a Comissão de Formação de Multiplicadores e a Comissão de Desenvolvimento Organizacional e Ética - e quatro secretarias.
As secretarias promovem todos os trabalhos do Projeto Alavanca. Na Secretaria Administrativa são organizadas todas as células que executam tarefas de planejamento e organização de projetos, ou seja, estas células dão suporte às células executivas. Cuidam da captação de recursos, compra de materiais, recrutamento de voluntários e sistemas de informação, entre outros. Caso o Projeto Alavanca seja replicado em outra comunidade, as células administrativas não precisam ser duplicadas.
A Secretaria Executiva reúne todas as células relacionadas a programas educacionais, de desenvolvimento comunitário e geração de renda, ou seja, as ações que o Projeto Alavanca promove junto com as comunidades locais. Quando uma ação for replicada em outra comunidade, as células executivas garantem que sejam aproveitadas todas as lições aprendidas voltadas à determinada ação no novo local.
Células vinculadas à Secretaria de Relações Públicas cuidam das relações que o Projeto Alavanca mantém com públicos internos e externos. O sucesso de um trabalho social em grande parte depende de sua capacidade de estabelecer diálogos frutíferos com moradores da comunidade local, voluntários, instituições públicas, empresas e doadores. O diálogo constitui a condição básica para promoção de ações de melhoria em conjunto, mobilização em pról de um mesmo objetivo e colaboração duradoura.