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De Projeto Alavanca
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Descrição Breve
Para a criança conseguir participar do mundo e se comunicar com as pessoas é preliminar que ela seja alfabetizada. Antigamente, bastava que tivesse o domínio da leitura e da escrita. No mundo informatizado e globalizado a pessoa precisa cada vez desenvolver mais competências para poder efetivamente participar da vida social, econômica e cultural. Hoje em dia, ser alfabetizado significa mais do que saber o bê-a-bá. Significa compreender as notícias, saber usar a internet, entender um pouco de inglês, entre outras coisas. A alfabetização da criança no início do ensino fundamental é uma condicionante principal para que ela tenha aproveitamento escolar e desenvolvimento cultural e intelectual. A escola pública brasileira pouco cumpre com este papel. O número de crianças que chega em séries avançadas, sem saber escrever o próprio nome, é muito alto. O nosso programa de acompanhamento na fase de alfabetização visa reverter esta defasagem escolar. As crianças desenvolvem o interesse na leitura e uma curiosidade frente ao mundo. Através de projetos bimestrais fortalecemos a cidadania, a formação ambiental e o respeito às diferenças. As aulas são ministradas por voluntários e moradores da comunidade e atendem 30 crianças.
Por meio da alfabetização das crianças, estruturar sua auto-estima e desnvolver interesses à leitura e escrita, fotelecer ideais de cidadania munido de responsabilidade social, crítica, política, social e promover o respeito à pessoas de culturas diferentes.
Fontes
Dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque, no quadro das atuais concepções psicológicas, lingüísticas e psicolingüísticas de leitura e escrita, a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita se dá simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita – a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desse sistema em atividades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita – o letramento. Não são processos independentes, mas interdependentes, e indissociáveis: a alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonema-grafema, isto é, em dependência da alfabetização.
A importância da pré-escola
Alfabetização a princípio significa o domínio da leitura e da escrita, mas esse domínio é na verdade a conclusão de um longo processo. Para que uma criança seja alfabetizada, é preciso que ela passe antes por uma série de etapas em seu desenvolvimento, tornando-se então preparada para a aquisição da leitura e da escrita. Essas etapas compõem a chamada "fase pré-escolar" ou "período preparatório". O processo de alfabetização, é bastante complexo para a criança, por isso a importância de se respeitar o período preparatório, que dará a criança o suporte necessário para que ela prossiga sem apresentar grandes problemas. Uma criança sem o preparo necessário, pode apresentar durante a alfabetização, dificuldades relacionadas à coordenação motora fina e à orientação espacial, não sabendo por exemplo, segurar o lápis com firmeza, unir as letras enquanto escreve, ou como posicionar a escrita no papel. Pode ainda ter problemas para identificar os fonemas e associá-los aos grafemas. Também é possível encontrar crianças que só sabem copiar textos, e durante um ditado, não conseguem escrever. Podemos falar também sobre as dificuldades de interpretação de texto, de compreensão, de raciocínio lógico e ainda nas dificuldades emocionais. Complexos de inferioridade, insegurança, medo de situações novas, medo de ser repreendida, medo de errar, de não corresponder às expectativas dos pais, apatia, indiferença ou indisciplina e revolta, problemas de socialização, baixa auto-estima, e outros. O período propício para a alfabetização é entre os 6 ou 7 anos. Segundo Freud, é a chamada "fase latente", quando a criança já não tem mais interesses relacionados à descoberta do próprio corpo e do sexo oposto, bem como suas relações, e pode ter toda a sua atenção voltada para a aprendizagem por que esses interesses só voltam a se manifestar na puberdade. O processo de alfabetização pode chegar à 2 anos dependendo da maturidade, do preparo, do ritmo da criança e do quanto foi estimulada. Este é o período adequado para que a criança tenha completo domínio da leitura e da escrita, havendo a necessidade daí por diante do aperfeiçoamento da ortografia, da gramática e a estimulação constante da compreensão, interpretação e produção de textos. Além de tudo isso, uma boa alimentação, boa saúde, tempo de sono respeitado com horários regulares e um ambiente de tranquilidade, segurança e amor entre a família, intergração entre a família e a escola, facilitam muito a superação do período de alfabetização com bastante êxito.
Falando agora do período preparatório, precisamos levar em consideração que para ser alfabetizada, uma criança precisa antes de tudo ter uma auto-estima elevada, precisa estar bem emocionalmente, ter segurança e auto-confiança, para poder enfrentar as dificuldades que o processo de alfabetização irão lhe impor. Além disso, a criança precisa apresentar características de socialização. Seja qual for o seu temperamento, ela deve saber se portar em grupo, respeitar as pessoas, saber quais são seus limites, ter disciplina, estabelecer boa comunicação, ir aos poucos adquirindo independência e responsabilidade, saber ganhar e saber perder, ter boas maneiras, etc. Depois disso, a criança deve apresentar um bom desenvolvimento motor e dominância lateral definida. Isso significa que ela deve brincar muito, exercitar-se através de jogos e brincadeiras que estimulem as percepções sensoriais (gustativa, olfativa, visual, tátil e auditiva). Deve dominar seus movimentos corporais com habilidade e segurança, deve conhecer seu corpo, seus limites, ter postura, equilíbrio, reflexos e raciocínio lógico bem desenvolvidos. Por isso a importância das, brincadeiras de rua, de jogar bola, andar de bicicleta. rolar na grama, brincar com areia, nadar, correr, pular, etc. Isso é o que chamamos de coordenação motora global. O próximo passo, é o desenvolvimento da coordenação motora fina. A criança se desenvolve nesse sentido quando desenha ou pinta com todos os tipos de lápis, pincéis, quando usa tesouras ou quando pinta com os próprios dedos. Quando rasga, amassa ou pica papéis, quando brinca com jogos de encaixar e montar, enfim, são atividades que limitam-se mais ao uso das mãos, associadas ao raciocínio, à percepção sensorial e à concentração. Também são pré-requisitos importantes o desenvolvimento da capacidade de concentração, o desenvolvimento da memória e do raciocínio lógico e abstrato. Estes podem ser aprimorados com brinquedos e programas educativos, músicas, histórias, filmes infantis, livros, conversas informais, e tantas outros recursos. Toda e qualquer atividade estimula o cérebro, e quanto mais estimulado, melhor é o desempenho da criança em todo o processo de aprendizagem. Além de tudo isso a criança precisa sem dúvida apresentar bom desenvolvimento físico e boa saúde. Por causa de todo esse aprendizado é importante que as crianças frequentem a pré-escola. Os pais devem estar atentos quanto a escolha de uma, por que muitas não tem a aprovação da secretaria de educação do município. São as conhecidas escolas de "fundo de quintal", onde não existem os recursos necessários para todo o desenvolvimento do período preparatório.
Uma boa pré-escola deve:
* ser aprovada pela secretaria de educação * ser devidamente regularizada e fiscalizada * ter amplo espaço externo, com variedade de recursos para recreação * ser limpa e organizada * ter salas adequadas para idades diferentes, que devem ser limpas, arejadas, amplas e decoradas para melhor estimulação * ter recursos pedagógicos variados e organizados: brinquedos, jogos, ambientes de estimulação, atividades extra-curriculares * ter professores experientes formados em magistério e/ou pedagogia * ter cozinha e refeitório limpos e amplos * ter funcionários para limpeza: cozinha e secretaria * apresentar planos pedagógicos organizados e coerentes com as idades das crianças * ter atendimento e boa comunicação com os pais
Muitas pré-escolas se preocupam somente com a alfabetização da criança, mas é muito importante que a pré-escola se preocupe primeiramente com o desenvolvimento do período preparatório, com a estimulação de todos os pré-requisitos que já descrevemos. A escola não deve pular as etapas do desenvolvimento, isso é extremamente prejudicial e trará consequências futuras para a criança, nas áreas pedagógica, emocional ou social. Para ser alfabetizada, uma criança precisa estar madura em todos os sentidos, pois o processo de alfabetização apresenta novas etapas, e a criança deve estar preparada para vencê-las. É importante ressaltar que pré-escola não é um “depósito de crianças”, onde as crianças ficam para que os pais possam trabalhar. A pré-escola tem um papel importantíssimo no preparo da criança para a alfabetização e deve cumprir este papel com competência. É o início da formação da criança, é onde ela vai ter o primeiro contato com o processo de aprendizagem, que será a base para todos os anos de escola que ela terá no futuro. Esse contato deverá ser agradável e prazeroso, para que não gere traumas futuros. No período preparatório, a família e a escola devem caminhar juntas, auxiliando uma à outra mutuamente. A família deve estimular a criança, ajudá-la com as tarefas, participar das reuniões, estar em contato com os professores, interessar-se pela vida escolar da criança.
Para finalizar, a escolha de uma pré-escola, não é tarefa fácil, por isso os pais devem pesquisar muito, conhecer o maior número possível de pré-escolas, levando em consideração não só as suas expectativas em relação à escola, mas principalmente as da criança, procurando por uma boa escola, que seja adequada às necessidades dos seus filhos, que ofereça bom ambiente e bons serviços. É importante lembrar que a pré-escola é o começo da longa caminhada escolar de seus filhos, por isso, deve ser um bom começo, que proporcione alegria e satisfação para a criança, afinal... “a primeira professora a gente nunca esquece.”
Katia Ferreira Lima Pedagoga, Pós-graduanda em Psicopedagogia
Missão
Complementar a alfabetização de crianças de escolas públicas e de baixa renda e fortalecer os laços entre escolas e famílias através de diversas atividades baseadas principalmente nos pensamentos sócio-construtivista e montessoriano, contribuindo para sua auto-estima, visão crítica e autonomia para que se mobilizem para multiplicar a ação social.
Justificativa
- Ao aplicar um ditado na sala de aula, uma de nossas educadoras verificou que certas crianças tinham dificuldades no desevolvimento da leitura e escrita de algumas ou de todas as palavras por ela selecionadas.
- Os alunos, em sua maioria, não possuem a base necessária para seu desenvolvimento, apresentam dificuldades ao escrever, ler e em operações básicas de matemática. Há também os que não são alfabetizados, nesse nível não possuem apoio para seu desenvolvimeno, sendo em sua maioria promovidos para o próximo nível como habilitados, esse método faz parte do programa de progressão continuada.
- Muitas crianças quando promovidas sem que estejam alfabetizadas tem um acumulo de dificuldades, ao chegarem em um certo nível estão sujeitas a reprovações, em alguns casos apresentam uma idade superior aos seus colegas de classe quausando constrangimentos e acabam por evadir-se.
Há muitos alunos que chegam em séries avançadas sem ter as habilidades básicas de leitura e escrita. Estas falhas no aprendizado tornam difícil o acompanhamento nas demais matérias. Identificamos diversos fatores que complicam o desenvolvimento adequado das crianças:
- Progressão contínua: A criança passa de série sem ter atingido os objetivos de aprendizagem.
- Preparo insuficiente pelos pais: Como os pais, muitas vezes, não são alfabetizados o suficiente, pouco preparam a criança para a escola, não ensinam disciplina, organização de material, etc. (INAF, leitura em casa)
- Baixa participação da vida escolar: Os pais pouco participam da vida escolar da criança. Não conversam com a criança sobre o que teve na escola, pouco olham o caderno.
- Inadequação dos métodos de alfabetização: Em várias escolas se usa o método tradicional de ensino. A criança aprende a cartilha e copia da lousa. Este método dificulta com que a criança faça a ligação entre o fonema e o grafema.
- Inadequação do material de ensino: Os materiais de ensino são muito pobres. Não incentivam a curiosidade da criança. Pouca se usam filmes, jogos educativos e atividades práticas.
- Problemas na infra-estrutura das escolas: Em poucas escolas há uma biblioteca, sala de computação ou laboratório de ciências. Portanto, as aulas são muito teóricas e não envolvem pesquisas na internet ou experimentos científicos.
- Falta de preparo dos professores: A preparação dos professores não é muito boa. O trabalho do professor não é muito valorizado. Os salários são muito baixos. Por isto, os professores ficam em vários empregos e não têm o tempo suficiente para boa preparação das aulas.
- Evasão das famílias de alta renda: Com a deterioração do ensino público, as famílias mais ricas matricularem suas crianças em escolas particulares. Com isto iniciou-se um círculo vicioso: As famílias de classes sociais mais altas mais valorizam a educação e mais bem preparam suas crianças para a vida escolar. Com a evasão destes alunos cada vez mais caiu o nível da escola pública.
- Falta de acompanhamento de crianças com dificuldade de aprendizagem: Não há diagnóstico nem acompanhamento adequado das crianças que apresentam problemas de aprendizagem. Por isto, estes alunos não conseguem se desenvolver e perdem o interesse na escola.
Dados Gerais
Responsável
Daniela Carriel e Elizabeth Gonçalves
Área de Atuação
Educação
Público-Alvo
Crianças e pré-adolescentes, entre 6 a 12 anos, que ainda não aprenderam a ler e a escrever ou estão em processo de aprimoramento.
Funcionamento
Atendimento: O programa atende 30 crianças na fase de alfabetização.
Carga horária: As aulas acontecem de segunda à sexta-feira nos períodos matutino e vespertino e têm 2 horas de duração. O programa funciona de fevereiro à dezembro.
Local: Sede do Projeto Alavanca Brasil
Histórico
Fevereiro de 2004: Inscrição de duas crianças em uma escola particular, necessidade de dar aulas de reforço de alfabetização para uma delas. | Março de 2004: Início das aulas de alfabetização como projeto piloto para uma turma de cinco crianças em casa de família (quatro aulas por semana). |Abril/Maio de 2004: Avaliação das aulas e opção pela metodologia construtivista, decisão de ampliar o trabalho para toda a comunidade, especialmente a alfabetização. | Julho de 2004: Contato com crianças interessadas nas aulas de acompanhamento na fase de alfabetização via escolas públicas, cerca de 100 visitas domiciliares na comunidade. | Agosto de 2004: Início das aulas de acompanhamento escolar na fase da alfabetização no Espaço Girassol. | Setembro de 2004: Projeto piloto para formação de monitores com o objetivo de capacitar jovens da comunidade para darem aulas de alfabetização. | Outubro de 2004: Consolidação do programa devido ao ingresso de uma estagiária para a sua administração, realização de reuniões semanais entre os voluntários para avaliação e planejamento. | Dezembro de 2004: Pesquisa de satisfação com as famílias atendidas pelo programa, começo do trabalho no plano estratégico da célula, avaliação do semestre e modificação no número e duração das aulas (duas aulas semanais com duração de 90 minutos cada). | Março de 2005: Avaliação diagnóstica dos alunos. | Abril de 2005: Realização de um evento do projeto pedagógico mensal com o tema “Índio e Descobrimento do Brasil” com exposição de trabalhos e teatro, organização de reuniões pedagógicas com todos os educadores do projeto para pensar em trabalhos integrados, distribuição de ovos de pascoa doado pelo Projeto Girassol. | Julho de 2005: Início do Trabalho com temas geradores; elaboração de um projeto interdisciplinar "Meio-Ambiente" envolvendo oficinas práticas de reciclagem e reutilização de materiais. | Setembro de 2005: Apresentação da peça de teatro "Chapeuzinho Vermelho no Mundo do Lixo",dentro do tema meio- ambiente. | Dezembro de 2005: Realização de duas semanas de avaliação do ano e formação dos educadores; oficina natalina, com fabricação de biscoitos, com a intenção de captar recursos para a compra de materiais para alfabetização. | Janeiro de 2006: Aperfeiçoamento da avaliação diagnóstica dos alunos, elaboração de um plano de desenvolvimento de educadores mirins. | Março de 2006: Aumento do número de turmas de alfabetização de 4 para 8.| Abril de 2006: Tiragem de fotos das crianças para confecção de crachás, para serem utilizados em passeios. | Junho de 2006: Passeio para o Memorial da América Latina e o Parque da Água Branca, com o propósito do tema "Conhecendo as três Américas. | Agosto de 2006: Reunião de pais. | Outubro de 2006: Participação das crianças na peça "Direito da Criança e do Adolescente", na festa do dia das crianças. | Janeiro de 2007: Confecção de cartas de agradecimento aos doadores do dinheiro para a compra da sede.| Fevereiro de 2007: Reunião de planejamento pedagógico, visitas domiciliares, entrevistas de satisfação com os pais. | Março de 2007: Reunião de pais, início das aulas na sede do projeto. | Junho de 2007: Doação de materiais escolares da Lyra. | Julho de 2007: Passeio para o pico do Jaraguá, baseado no tema " São Paulo e seu ponto mais alto". | Agosto de 2007: Concurso de desenho para o "Calendário dos Sonhos", campanha de captação de recursos para os cursos profissionalizantes. | Setembro de 2007: Reunião com os pais, para esclarecimento do início da obra. | Novembro de 2007: Apoio dos alunos na montagem do Calendário dos Sonhos". | Janeiro de 2008: Reunião pedagógica para planejamento anual. | Fevereiro de 2008: Visitas domiciliares. | Abril de 2008: Oficina de ovos de páscoa. | Junho de 2008: Festa junina; passeio ao Sítio São Lourenço. | Julho de 2008: Realização de concurso literário para a Bienal do Livro. | Agosto de 2008: Exposição de livros na Bienal do Livro em São Paulo, os participantes do concurso literário fazem visita à Bienal e, os ganhadores do concurso literário autografam suas obras.|Outubro de 2008: Festa do dia das crianças, colaboramos com a festa realizada pela moradora da comunidade "Rosa Maria de Fátima", onde foram distribuidos brinquedos para as crianças, teve apresentações de grupos de dança e outros.|Dezembro de 2008:Fizemos entregas de presentes para as crianças; as aulas encerraram no dia 09 de Dezembro.|Janeiro de 2009: Reunião pedagógica para planejamento das aulas.Visitas domiciliares.|Fevereiro de 2009:Início das atividades.|Abril de 2009:Oficina de ovos de páscoa.|Maio de 2009:Produção de lembrancinhas para o Dia das Mães.Início das aulas de dança com a Rosângela, com as crianças do período do Semi-integral.Início da produção das apostilas de alfabetização.
Objetivos
- Planejar e executar aulas para crianças que estejam na fase de alfabetização, independente de sua idade e nível escolar.
- Enriquecer as aulas com atividades artísticas e extracurriculares que objetivam mostrar a atualidade e relevância social dos temas abordados.
- Maximizar a satisfação do aluno ao despertar prazer em aprender, conscientizando-o da importância do auto-desenvolvimento em sua vida e diminuindo o índice de evasão nas aulas.
- Integrar a comunidade nas atividades do programa, esforçando-se para que a mesma entenda o seu funcionamento e participe da sua execução.
Como Participar
Texto Introdutório
Qualquer pessoa com vontade de ajudar pode participar.
Se você quer ser voluntário na área de alfabetização infantil aqui está sua oportunidade. Não só quem é especialista pode colaborar. Se você se sentir capacitada, habilidoso e/ou possuí algum dom para trabalhar com crianças será muito bem-vindo.
Para participar basta escolher um categoria de sua preferência. No momento necessitamos da ajuda de pessoas que atuem como:
Voluntariado
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Educador
Monitor de Classe
Contador de Histórias
Monitor para Atividades de Educação Física
Orientador Pedagógico
Psicopedagogo
Coordenador
Supervisor
Assistente Social
Metodologia
O Programa de Acompanhamento Escolar na Fase da Alfabetização atende seus alunos com a proposta de formar agentes na construção do saber, ou seja, construir o conhecimento junto às crianças. Parte-se do diagnóstico da fase de alfabetização na qual a criança se encontra. Durante as aulas são desenvolvidas atividades que apóiam a criança a evoluir de um estágio de alfabetização para o outro. Em um processo natural e espontâneo acontece a construção da leitura e escrita. Para isto, são aplicados diversos jogos didáticos e recursos educativos que incentivam a criança a se interessar pela escrita e leitura. O educador tem que oferecer ao aluno estímulos sócio-ambientais específicos que o ajudam a relacionar as letras com os seus respectivos sons. Na sala de aula são colocadas referências e vocabulários de apoio que ajudam o aluno a construir a escrita. Os educadores, por sua vez, são instruídos para trocar conhecimentos com os alunos e não apenas transferir conteúdos nas aulas. Eles são motivados em estar em constante formação. São priorizadas práticas pedagógicas que envolvam e trabalhem a realidade social das crianças, com o objetivo de formar seres críticos para analisar sua realidade social, familiar e pessoal, para que sejam aptos a promover intervenções eficazes. Além disso, são aplicadas atividades pedagógicas que envolvem a aprendizagem a partir da experiência. É preliminar para o sucesso do programa que se consiga envolver os familiares e a comunidade neste processo de construção do conhecimento e desenvolvimento das crianças através de eventos, formação dos educadores populares e reuniões.
- aprendizagem espontânea da escrita alfabética;
- processo natural e espontâneo da construção da leitura;
- através das motivações, potencial e linguagem do aluno, que inclusive escolhe o próprio vocabulário que servirá de base à aprendizagem;
- expô-las a situações onde se lessem e escrevessem os textos do mundo real;
- consiste no estímulos sócio-ambientais específicos;
- jogos, atividades de leitura, escrita e gramática (a analisar rimas e aliterações de palavras semelhantes, a comparar palavras quanto ao tamanho (quantidade de sílabas e de letras) ou mesmo a explorar a diversidade de sons que um mesmo grafema assume em nossa notação escrita)
- conhecimento de relações letra-som (segmentos gráficos e orais das palavras)
- Materias
- Vocabulário de Apoio
Atividades
As atividades desenvolvidas ao longo do trabalho com as crianças buscam apoiá-las no processo de alfabetização, são baseadas em “Projetos Pedagógicos Bimestrais Interdisciplinares”, realizados a partir de um tema de relevância para a formação escolar e cidadã da criança, por exemplo, Meio Ambiente, Política, Esportes, Saúde.
Para tornar as atividades desenvolvidas junto aos alunos mais eficazes são realizadas reuniões periódicas com os pais para discutir cada criança, informar sobre os avanços e mudanças do programa e para conscientizar quanto à educação.
Para ampliar o repertório cultural das crianças realizamos passeios e excursões. Ao longo do ano organizamos eventos para as crianças e seus pais. Nestes eventos apresentamos os resultados das crianças através de exposições e apresentações.
As crianças são avaliadas através de portfólios de aprendizagem. Além disso, periodicamente realizamos provas diagnósticas.
- Desenvolver as atividades que foram planejadas no Projeto Pedagógico;
- Organizar exposições e eventos internos e externos apresentando os resultados das atividades para os pais;
- Realizar reuniões periódicas com os pais para discutir cada criança, informar sobre os avanços e mudanças do programa;
- Participar das formações e a avaliação junto com os demais educadores;
Produtos e Serviços Gerados
Brinquedos educativos;
Exposições;
Apostilas e complementos pedagógicos;
Cadernos de atividade;
Criação de livros para a Bienal do Livro.
Parceiros do Programa
Estamos abertos a parcerias.
Desafios Atuais
Buscamos cada vez mais estruturar as atividades da célula. Para isto é preciso:
- Refinar a metodologia pedagógica e o plano de motivação dos alunos;
- Aumentar o quadro de educadores;
- Promover a formação pedagógica dos educadores;
- Planejamento de aulas baseado em temas geradores;
- Desenvolver o material didático;
- Avaliação diagnostica e permanente (avaliação por portfólio).
- Aproximar as famílias do programa;
- Captação de recursos para as atividades.
Necessidades de Apoio/Doações
Parcerias necessárias: Faculdades, profissionais que atuam na área da educação.
Avaliação
- a capacidade do aluno interagir e cooperar com os outros;
- a capacidade dos alunos se adaptarem a novas tarefas e a novas significações;
- a evolução das aprendizagens;
